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sábado, 26 de maio de 2012

Poeticamente cruel


Os sentimentos de um homem despido de todas as máscaras ocupam o picadeiro de um circo de lona furada. 
Um circo que expõe, como o seu mestre de cerimônias anuncia, todas as suas ridicularidades. 

É neste palco em carne viva que desfila as criaturas que habitam em Heinz Limaverde, este ator magnífico que empresta o corpo e traços de sua memória para construir a narrativa de autoficção de O Fantástico Circo-Teatro de um Homem Só.

Quem tiver no DF e Entorno corra para a Funarte. Tem sessão até domingo. Quem tiver fora daqui pegue a mala e siga este circo quando a caravana atravessar a sua cidade.

Eu levo no cantinho da memória esta experiência tão poeticamente cruel ou cruelmente poética.

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