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sábado, 21 de novembro de 2009

Cabaré lotado faz sessão extra


Devido ao sucesso de público, o espetáculo Cabaré das Donzelas Inocentes, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil, terá sessão extra sábado, dia 28, às 18h30. As vendas para as sessões da próxima semana começam neste domingo (22/11). A peça reúne em cena Bidô Galvão, Adriana Lodi, Carmem Moretzshon e Catarina Aciolly, quatro das principais atrizes do teatro brasiliense. Com direção de Murilo Grossi e William, a montagem mergulha no unverso da prostituição a partir do livro Conversas de Cafetinas (Arquipélago Editorial), de Sérgio Maggio. A temporada segue até 6 de dezembro, de quinta a sábado, às 21h, domingo, às 20h. Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia). Não recomendado para menores de 16 anos.

4 comentários:

Cadu Lauro disse...

Quebra tudo, vi e achei muito bom. Sou louco por Bidô Galvão, a diva do teatro brasiliense

Laura Simôes disse...

Parabéns, Sérgio. Vou comprar meu convite amanhã

Santiago Serrano teatro disse...

Maravilhaaaaaaaaaaa
Adoraria estar lá com voces.
Parabens pelo dramaturgo e o equipe.

Eduardo Tito disse...

Li sobre a expectativa de estreia do Cabaré das Donzelas Inocentes. Atrizes de primeira grandeza, diretores estreantes, dramaturgo sendo batizado no teatro. Fui então ao Centro Cultural Banco do Brasil comprar o ingresso, que só consegui para a segunda semana. O tempo me serviu para comprar o livro Conversas de Cafetinas e devorá-lo em algumas horas de tão bom que é. Confesso que fiquei com medo de ir ao teatro. As adaptações de livro geralmente retorcem o sabor da literatura. Mas, como vi que o próprio autor era o criador da dramaturgia, resolvi então seguir o caminho do CCBB.
Lá, fiquei extasiado do primeiro ao último minuto de espetáculo. Primeiro, por constatar o respeito ao livro de Sérgio Maggio, depois pela liberdade com que diretores e atrizes se apropriaram dele. Fui levado ao ambiente do cabaré, seus encantos e perigos, ao ver aquelas putas puxando o facão uma para outra ou ao testemunhar todas à mesa comendo galinhada esqueci que era teatro.
Passei a viver aqueles minutos como se estivesse num puteiro de China. As interpretações são extraordinárias dessas atrizes que aqui faço questão de escrever o nome de cada uma. Bidô Galvão (que mulher linda, como gostaria que ela fosse real e tivesse um cabaré aqui no DF), Carmem Moretszhon (a Minininha que me convenceu de sua dor por Cristina, esta sim uma puta ordinária), Adriana Lodi (Saiana, dona de um humor e de uma fúria uterina) e Catarina Accioly (pra mim, a melhor em cena por fazer uma bêbeda de carne e osso).

Enquanto ao texto do Sérgio Maggio, um dos melhores, poético e fulminante ao mesmo tempo, que presenciei na vida de espectador