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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Lirismo de Renato Russo em Taguatinga


Na segunda edição do Terça Crônica em Taguatinga, projeto rende homenagem ao lirismo de Renato Russo

Na memória do taguatiguense, Renato Russo impõe no colo uma craviola e canta o épico Faroeste Cabloco, em sessão histórica da extinta Faculta (Feira de Cultura de Taguatinga). O show é lembrança de um artista que fez do DF território de criação para conquistar o país. A edição doTerça Crônica, do dia 14 de julho, às 20h, no Teatro Yara Amaral do Centro Cultural Sesi (QNF 24, área especial) rende-se em homenagens ao poeta do rock. Com entrada franca, o projeto vai entrelaçar crônicas escritas pelo jornalista e escritor Carlos Marcelo com canções do autor de Eduardo e Mônica. Os dois estão intimamente ligados pela obra Renato Russo — O filho da revolução (Editora Agir), biografia escrita por Carlos Marcelo sobre a ascensão de um dos maiores mitos do rock brasileiro.




Em ritmo de talk-show, o idealizador do projeto, o ator e diretor Jones Schneider, dramatiza as crônicas de Carlos Marcelo, enquanto o músico Alex Souza interpreta canções de Renato Russo. Presente no palco, o escritor expõe o processo de criação, a pesquisa biográfica e fala da delícia de escrever. Na lista dos mais vendidos dos livros de não-ficção no país, a obra costura a vida pessoal de Renato Russo com uma Brasília tomada pelo regime militar, num minucioso trabalho de reconstituição histórica. "Será uma edição especial, com a chance de o espectador aprofundar o conhecimento na vida e obra de Renato Russo, além de explorar a linguagem da escrita de Carlos Marcelo, um apaixonado pelo rock brasiliense", conta Jones Schneider.




Terça Crônica segue em Taguatinga até o dia 28 de julho. Depois, ruma itinerante para Ceilândia. O projeto é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e tem apoio do Sesi, da Fundação Assis Chateaubriand e da Escola Parque da 313 Sul. "Terça Crônica cumpre a missão de difusão e democratização. Ao misturar, música, teatro e informação, é forte ferramenta de inclusão cultural e estímulo à leitura", defende Jones.

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