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domingo, 9 de novembro de 2008

Em defesa de Dulcina



Foto//Divulgação

As rídiculas de Moliére nasceu nas salas da Faculdade Dulcina de Moraes


O grande nome da quinta edição do Prêmio Sesc Candango foi Dulcina de Moraes. Estavam presentes à cerimônia os intérpretes Nicette Bruno e Paulo Goulart que, em ato de respeito dedicaram os minutos de suas homenagens à memória de Dulcina de Moraes (cuja obra de sonho e vida precisa de ajuda urgente).


Nicette apropriou-se da vibração dos jovens correntes para lembrar do amor que Dulcina plantou na menina atriz de então 14 anos.


"Um bálsamo para minha alma essa demonstração de entusiasmo pelo teatro, que me faz lembrar o meu início de carreira, em 1947, no Theatro Municipal do Rio, sob a direção de Dulcina de Moraes, essa grande mulher, fundamental para o teatro brasileiro. Foi Dulcina de Moraes que me deu toda a base estrutural aos 14 anos. Fazer teatro nesse país é um ato de resistência. E Dulcina dizia:
-- Menina, quer seguir, vá em frente. Mas saiba que há dois elementos para lhe guiar: o sucesso e o fracasso. Você tem que entender bem o fracasso para usufruir do sucesso, só assim terá uma carreira equilibrada. Busque o ensino continuado. "


Paulo clamou para que a classe teatral brasiliense se una em defesa da Fundação Brasileira de Teatro, que ele não teve coragem de visitar. "Ponham as diferenças de lado e se unam em defesa esse patrimônio", sugeriu.
Foram aplaudidíssimos

Um comentário:

LucY Mary disse...

Dulcina precisa ser respeitada pelos homens e mulheres (Dilma) que mandam neste país